segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cada um com sua crença, e tudo bem!


Não há crença certa, pois todas as teses, escritos que temos foram passadas e ditas por homens de carne e osso, passíveis de erro.

Tentemos, então, abolir as rivalidades religiosas e do ateísmo, porque humano nenhum é dono da verdade absoluta, e muito menos deve ser o porta voz dela. Cada um sabe de suas dores e alegrias, sabe o que é melhor para si e o que os convêm.

Tem-se todo o direito de intervir, questionar os modos e até mesmo as crenças quando comete a injustiça ao próximo.

Porque eu era um lápis...


Perceba que a medida que avançamos na vida escolar, somos obrigados a abandonar o lápis, que nos permite corrigir o erro sem deixá-lo marcado. Com a caneta em mãos de forma obrigatória, não é permitido o corretivo, somos expostos ao ridículo e a obrigação do perfeccionismos; temos que provar que não mentimos e garantir que o próximo não vai nos trapacear também!

Como encarar essa cobrança de crescer? Como evolução? Ou como opressão?

Porque eu era lápis, hoje, me querem caneta, porque ela é ágil e "verdadeira".

domingo, 26 de junho de 2011

Verdade


Não queira dizer que "quem cala, consente", pois a verdade é soberana e não precisa ser defendida, sempre que preciso ela vem a tona por si só!

"Como se a verdade fosse tão ingênua ou tão torpe que tivesse necessidade de defensores!"

("Além do bem e do mal"- NIETZCHE, Friedrich Wilhelm) 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A verdade do par perfeito


Ouvi uma história muito bacana no programa da "Rede Minas", "Brasil das Gerais". Peço àqueles que estão a procura do par perfeito, que sejam bem atentos à ela.

" André encontra um amigo, que não via há 20 anos, numa taberna. Eles se saudam e começam a colocar os fatos ocorridos em suas vidas em dia. 
André ao saber que o amigo ainda estava solteiro, perguntou o motivo. Não se viam a 20 anos, pois o amigo saiu pelo mundo a procura da mulher perfeita. Ele conta que encontrou uma mulher lindíssima, que sabia tudo sobre as coisas da terra, mas não sabia das coisas do céu, por isto não quis ficar com ela. Depois ele encontrou uma mulher que sabia muito das coisas do céu, mas não sabia muito das coisas da terra e era desleixada, também não quis ficar com ela. Até que ele encontrou a mulher perfeita! Ela sabia tudo do céu e da terra, e era muito linda.
André, intrigado, pergunta ao amigo porque não ficou com ela, ele responde:

- Ela também estava a procura do homem perfeito!"

A nossa notícia de cada dia...



A veracidade de uma reportagem tem que ser sempre questionada, ainda mais quando ela é veiculada por meios populares. A sua audiência é lucro para a mídia, por isto muitas vezes, os meios populares  das notícias costumam ser sensacionalistas, para aumentar  o “ibope”.
Se te informassem sem lhe vender uma opinião, estava tudo bem. Porém, não tem como ser imparcial com sensacionalismo! Como os meios jornalísticos costumam ter patrocinadores que querem ter a suas idéias divulgadas, quem nos garante que não vão manipular-nos com a notícia e opinião que querem, e não nos dar a notícia que realmente importa de maneira ética?
Sim, é permitido a um jornalista se posicionar diante de um fato, até mesmo para conscientizar a população, porém, ele tem que deixar claro que é uma opinião pessoal. A imprensa pode muito bem transformar um pai de família desempregado e desesperado, em um maníaco de sangue frio que não tem medo de matar crianças indefesas. É o que acontece no filme “O Quarto poder”, indico este para um maior esclarecimento do leitor.
Chega a ser cômica a nossa relação com a nossa mídia popular, pois pagamos para ter a opinião de seus patrocinadores, que não levam a mesma vida da classe popular, e muito menos assistem aos nossos telejornais.


Deixe me!


Se não me entende, nem faz esforço para deixar de julgar-me. Siga seu lado, deixe-me com o meu claro de suas percepções obscuras!

A ansiedade de ser bem mais


A sensação de liberdade é tão grande, que dá até medo de que dê certo. Ah, explode daqui, explode dali! Essa vontade me esfrega, me coça tanto, que me sensura o sono.

Correr por aí, ligar, implorar, ser a louca da vez. E se não permite? Derruba, ameaça! Impercebida é que não há de ficar.

Bolas de instinto pulam em mim, me socam estimulando me mais e mais. Mas é preciso esperar amanhã. Oh, céus, esperar por amanhã? Se meu rendimento mor é agora!

Sinto cheiro de ferro, é o meu sangue, que pulsa insesante. Tenho que repolsar, tenho que dormir, descançar, tento com insucesso. Meu nariz é delicado demais para tamanhas emoções, que agora afloram!

Chega amanhã, chega amanhã, dorme corpo, dorme corpo...

Papéis mágicos


Toda vez que re-arrumo minhas coisas, principalmente papéis do passado, ao pegar e rever meus escritos subjetivos de noites, ou madrugadas, ou tardes, ou até mesmo manhãs fulgurantes, decepcionantes e empolgantes; ou provas de matérias de humanas aplicadas ou literárias, sinto me mais motivada é como se recordasse quem realmente sou e quem realmente projetei ser.
Vejo que hoje sou sim aquilo que quis ser, mas não tenho me valorizado. Esses papéis pra mim foram mágicos! Percebo que sou aquilo que queria ser, e sou muito mais! Evoluí sem perceber até então. Senti as minhas dificuldades, e reconheci minhas proezas diante da superação delas. Dificuldades até hoje? Tenho inúmeras, mas esses papéis relembraram me que sou muito maior que elas! Abençoados sejam esses papéis, que são pedaços sólidos e efêmero da minha alma, a recarga da minha auto-estima.
Quando digo que era mais feliz no passado, entendo o porquê. Era porque sempre re-arrumava tais papéis todas as semanas, e se me achava desmotivada, até o dado momento é porque  há tempos não os re-organizava. Arrumar o guarda roupa de completo, é algo filosófico até, é a terapia  do se reconhecer e renovar!  Uma epifânia!
 Jogue fora o que não presta, vá em busca de novos conceitos e experiências que te faça crescer, mas permaneça com aquilo que realmente te importa e te fez seguir avante de cabeça erguida!!! E depois desse “insight”, tenha a certeza, irei  re-arrumar  o guarda-roupa, com ênfase nos papéis, com mais freqüência! (Risos  brotam de minha face após desta exclamação).

domingo, 19 de junho de 2011

Sempre fomos


Somos o que somos, com nossos males e bens; não os adquirimos das forças externas, estão todos incubados no nosso interior esperando o momento certo de florescer. Não responsabilize o mundo pelas suas alegrias e desgostos. Responsabilize-se, você que se permite e se priva. É necessário as forças externas para reconhecer-se e demosntrar-se.

"Mas eu creio que não, e tu concordarás comigo; se te lembras bem de Capitu menina, hás de conhecer que uma estava dentro da outra, como a fruta dentro da casca.”
(“Dom Casmurro”- ASSIS, Machado)    

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Indefinida manutenção


Quero adentrar e participar dos bastidores da vida. Não ser mais um ser humano que da vida sabe só a tese. Quero fazer o mundo girar, mais escutar do que falar, agir e dar o grito de libertação em momento oportuno.
Que eu não subestime o que me parecer desnecessário. Que essa minha agitação de mudar o mundo não seja comprada por salário. Que a juventude da minha alma não morra, mas nutra com o passar do tempo.

Da claridade...


Para esclarecidos no meio de "desesclarecidos" falta a prática. Desesperança, exploração e comodismo reinam!

Para esclarecidos no meio de esclarecidos falta a frustração. Supremacia da maioria, ação e concretização reinam!

sábado, 11 de junho de 2011

Os perdedores vencedores


Como dizem, somos o espermatozóide vencedor! Uma mensagem de estímulo para dizer que somos vencedores por natureza. Tá, você nasceu! Mas e o resto? É tão mais fácil ser um perdedor, mas você acha que foi fácil adentrar no óvulo, ham, não foi mesmo. Os espermatozóides, não sabem porque tem que ocupar o óvulo, talvez por instinto de sobrevivência, e está aí você, e agora, o que vai fazer? Criar um novo instinto para continuar a viver e ser um vencedor.
Viver por viver, qualquer um vive e esta é uma característica de um perdedor, portanto se não fizermos nada para incrementar a nossa situação e evoluirmos constantemente, seremos perdedores por natureza! E pode se preparar, porque isto também não é fácil!


"Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim!"
(Até o fim- Chico Buarque)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Triângulo indefinido



Pego música, para meus pensamentos calar. Porque meu ser quer agir, ou talvez somente sentir, ouvir.
Em turbilhos sinto o cansaço, lembro o meu ordinário e o meu retraído, juntos os amordaço e crucifixo!

domingo, 24 de abril de 2011

Prazer, Ivone!


Reconheço que minha personalidade é forte, muitos dos outros a admiram. Mas nos últimos tempos tenho repugnado esta sua fortaleza, ela é tão teimosa, que nem consigo dominá-la. Ela se acha dona de tudo e todos, deixa-me solitária e faz me repelir as companhias.
Percebo que estou em momento de regeneração, não desmereço os valores da minha personalidade, mas muito me esforço para que ela não se “egocentrize”. Tenho vontade imensa de resgatar pessoas que passaram pela minha vida, que tinham todo o direito de permanecer nela, num posto consagrado, e eu menosprezei e descartei.
Mas como resgatar? Estas pessoas seguiram o meu conselho, dado na minha partida. –Siga sua vida, como se não tivesse passado por ela! – E assim o  fizeram, e tão bem, que é difícil o meu re-encaixe na vida delas. E vocês não tem ideia da dificuldade que tenho de inserir novas pessoas excepcionais na minha vida, ou melhor, aceitá-las.
Chega a ser irônico! Pensar que a minha alma tinha sede constante do novo. Sim, ela tem, mas necessita de um porto seguro, que é a confiança antiga, um conhecimento profundo e comprovado sobre as pessoas. Isto encontro com facilidade nas pessoas excepcionais que  não se encontram mais no meu convívio. E tenho quase certeza de quando estas novas pessoas excepcionais partirem do meu convívio, irei lamentar da mesma forma. Mas prefiro libertá-las, que arrepender-me de retê-las no meu convívio.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Filhos


Filhos são empresas de investimento pesado, de longo prazo com altíssimo risco!
Se você faz um ótimo, ou um péssimo investimento com estas empresas, não é você que colhe os bons ou os maus frutos, é a sociedade.

JÁ PENSOU QUE RESPONSA?!





sexta-feira, 1 de abril de 2011

Amor nu e cru!


"O oposto do amor não é o ódio, é a indiferença." - Érico Veríssimo




Portanto, "a linha que divide o ódio e o amor
é muito tênue."...



Sobre as evoluções ou "desevoluções" da humanidade...


"O que não se resolve, se repete!"

Geração dos 90 e meados...


Nós, a geração dos anos 90 e meados, somos tarjados como loucos que têm comportamentos esdrúxulos, sem razão, somos tidos como os apáticos ao mundo a nossa volta, egoístas e talvez bitolados...



Não estranhe, se eu disser que apesar de sermos "loucos", somos super equilibrados! Imagina somos filhos da super transição da cultura! Somos filhos do divórcio, das pílulas, das camisinhas, da mulher liberal... Pensa bem, era pra sermos muito loucos, loucos mesmo, sabe? Doidões. Nem por isso não saimos por aí batendo cabeça toda hora, pelo contrário nos expressamos da maneira que dá, com o recurso que nos foi oferecido!



Sim, senhoras e senhores, somos sim sensatos! Apesar da camisinha estourada, apesar da pílula tomada no horário errado, apesar de pais separados, apesar, apesar...

PRÉ- ocupação!


Nosso grande problema é: estar com um pé no futuro, ou no passado, mas nunca no presente...

Terrível! Análise a palavra preocupação, desmembre-a de maneira que dê um sentido lógico. Se você chegou no desmembramento pré e ocupação, ótimo, ou seja se ocupar de algo que ainda não aconteceu. Quando isso acontece, gastamos a energia da preparação da solução do problema em vão.

Então, não preocupe-se nunca, isto é totalmente desnecessário! É tolice!

Pessoas


Você quer realmente entender, ou pelo menos aceitar as pessoas???

Então tente entendê-las não pelo seu contexto, mas sim pelo contexto delas.
Como diz o ditado popular: "Coração dos outros é terra onde ninguém pisa!". Portanto PACIÊNCIA...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Os próximos extintos



Sabe quem são os próximos extintos? Somos nós, talvez, digo isto após ouvir o comentário de um escritor, que não recordo nome e obra, porque captei de súbito trocando as estações do rádio.



O comentário foi mais ou menos o seguinte: "- A Terra não aguenta coisas grandeosas de uma só vez, tanto que os dinossauros foram extintos, e restou os pequenos os seres humanos. Colocamos e fazemos coisas grandeosas demais, em pouco tempo, em poco espaço, veja o trânsito caótico por exemplo[...]. Não há Terra que aguente, temos que retroceder um pouco, adotar o simples, que o planeta consegue administrar bem, sem prejudicar espécie alguma, inclusive A NOSSA!".

Perceba que o ser humano comporta-se como um ser patológico nesta grande massa viva, que habitamos, ou "O pálido ponto azul", a Terra! E como qualquer outro corpo reage àquilo, que o prejudica. Entendam que ela quer nos expulsar, não tenho outra explicação para as catástrofes ambientais...
Nossa Terra é maior que todos nós juntos, e quer sobreviver. Se ela morre, de tanto combater, vamos juntos com ela! Veja, se explorarmos a nossa única casa de maneira indiscriminada, nos auto-destruimos. E a nossa fútil imitação da sina dos dinossauros parece não estar tão longe.

 Cuide dela se quer sobreviver, ela é seu corpo, sua única casa!





segunda-feira, 21 de março de 2011

Valor!


O papel tem poder?!

Crises financeiras...


Amigos?


            Dívidas...



Somos nós quem agregamos valor as coisas. SEJA AUTÊNTICO!!!


Agregue valor no ser e não no ter!


 



domingo, 27 de fevereiro de 2011

O baque de Monique


Monique, quando criança, acreditava em contos de fadas e sonhava com o príncipe encantado, o que é plausível numa cabeça com cinco anos. Os contos de fadas contam que princesas casavam e tinham filhos cedo, sendo esta a única vizão que Monique tinha na sua pouca vida, reconheceu o destino das princesas como principal objetivo da sua existência e das demais meninas, acreditava no “Felizes para sempre”!

Porém aos sete anos de idade sua mãe abriu lhe os horizontes, de maneira drástica. Perguntando à Monique o que ela esperava do seu futuro, o que ela faria com ele quando grande. Monique respondeu que queria casar se aos dezesseis anos, ter seu primeiro filho aos dezoito e ser professora como a mãe. Sua mãe surtou com a resposta – Está louca? Professor não é a única profissão do mundo, você deve procurar ser uma mulher de negócios, e mulher de negócios não casa e nem tem filhos cedo, ela viaja e é dona de si, faz o que quer e não deve satisfação a ninguém! Quando você se casa, você deve satisfação ao marido.- já mais calma a mãe explica – Filhota, príncipes com cavalo branco e “Felizes para sempre” não existem. O mundo nem sempre é tão bom e você tem que ser esperta para identificar isto!. Monique ficou arrasada por descobrir que o “Felizes para sempre”, não passava de fantasia, e passou a ter raiva do mundo, mas bem que ela gostou da ideia de ser mulher de negócios, e se apegou a ela para ter sentido de viver. Mas mesmo assim ela continuou sonhando com romances à La “mar de rosas” com suas paixãozinhas (correspondidas ou não), e uma família constituída com as mesmas.

E ela começou bem, no seu primeiro e único namoro sério, aos quatorze anos começou pensando em como terminar, e ela terminou antes do prazo que ela mesma havia estipulado. Teve um amor platônico por quatro anos, e não se envolvia com ninguém a espera dele, ou se envolvia mas dispensava a qualquer sinal de chaces com o amor platônico, mas ela não o conseguiu, percebeu que perdeu inúmeras oportunidades de ter tido outros namorados, e desencanou! Daí foram rolos e casos, por uns ela realmente se apaixonou, mas não queriam um lance sério; outros que queriam, ela cansou de esperar a atitude deles e saía fora antes de tudo, pensando- Ele não é o pacote completo que eu desejo, é parte dele, não vale a pena me desgastar! Talvez eu seja o tipo de mulher que não é a metade da laranja, mas a laranja inteira! Casar e filhos é uma opção, a qual nem preocupo me, pelo contrário, prefiro nem escolhê-la! Só sei que o ser humano não pode ser sozinho, mas não necessariamente preciso de um marido, então por que namorar? Preciso disso não, vou fazer muitos amigos.- E aqui, caros leitores e leitoras, temos Monique já com dezoito anos! E como bem sabemos, ou devemos saber, dos dezoito aos vinte e cinco anos os humanos decidem como serão seus futuros, e nesta fase os acontecimentos passam rápidos demais.




Sua mãe passa a cobrar de brincadeira o genro, as tias perguntam e instigam um par arranjado para Monique, as primas e amigas começam a namorar sério, inclusive as mais novas; mas ela não sente se a excluída e nem cede a pressão. Pelo contrário, Monique sente se por cima e compadece pelas suas conhecidas que namoram, julgando a vidinha delas monótona e bitolada.

Ao retornar de um banho de mar solitário no fim da tarde, Monique é abordada por uma cigana, que insiste em ler sua sorte em troca da canga amarrada na cintura de Monique, que por sua vez cedeu. A cigana disse que o nome da cliente significava monja, e aconselhou que ela não fosse tão rigorosa consigo, principalmente nas suas escolhas amorosas, que mesmo com o ar de superioridade que ela sentia sobre os homens, o coração dela era muito bom e não merecia sofrer assim com a solidão que o nome dela remetia. Segundo a cigana, Monique deveria espalhar e perpetuar essa bondade que ela tinha com um companheiro ao seu lado. Monique achou aquela história muito engraçada, pensou consigo - Ela que não me conhece!- e gargalhou quando a cigana sumiu de vista. Ao chegar em casa comenta a história de maneira cômica com sua mãe, que fica séria e alega:

- Monique, a cigana tem razão!

– Mãe, tá louca? Vai começar a acreditar em papo de cigano? Até parece que não me conhece. Nem quero casar! - surpreendida Monique retruca.

- Sim, você está certa! Mas ao menos um namoro mais sólido na sua idade atual, você tem que viver! E pra bem viver, você tem que aprender, e pra aprender de verdade você também deve viver isto! Ou você acha que vai ser nova sempre; ou quando mais velha os homens vão querer respeitar a sua pouca experiência? Meu bem, o pacote de homem que você espera nunca vai vir completo, e se vier ele com certeza não vai te eleger a preferida e implorar sobre seus pés que você o aceite! Portanto, movimente se ao avistar o homem que atende ao menos boa parte do pacote.

- Sim, mami, mas eu sinto que perdi o jeito de abordar os garotos. É tão mais fácil ser simpática e nada vulgar, quando eles se aproximam já com a segunda intensão, mas de maneira sutil. E a aproximação espontânea de quem você almeja é complicada.

- Monique, repara bem em você. Benzinho, você ainda acredita no príncipe encantado! Por mais que você tenha um caráter fortemente feminista e uma alta independencia, você espera ser socorrida pelo seu amado das mazelas do mundo real, sem movimentar um dedo! Continue assim, que você acaba quem nem a protagonista da peça “A virgem de quarenta anos- Agora, ou nunca!”, e eu tenho certeza de que isso você não quer.

        Monique ficou assustadíssima ao se reconhecer no papel que ela mais repugnava, o da princesinha em apuros que nada faz, só grita por socorro. Foi humilde o suficiente em reconhecer que a mãe estava certa, resolveu deixar o coração aberto e acreditar na fabulosa experiência dos relacionamentos duradouros, na contrução do ser como pessoa. Sim, agora ela esta mais do que nunca disposta a se apaixonar de verdade! Boa sorte Monique, e deixe tudo fluir naturalmente, não esqueça de dar uma mãozinha para a sorte também! O mesmo fica para os leitores e leitoras que se indentificaram com Monique.





           






Breve histórico do ser mulher


Desde muito tempo fomos omitidas em tudo, tanto fizeram, e fazem até hoje, talvez, em menor proporção para que se mantenha assim. A começar pelo nome mulher, qual é o nome científico do ser humano? Homo sapiens! Quando se diz homem, dependendo do contexto, pode ser entendido como homem e mulher. Parece antiquado da minha parte, exagero... Mas é real, e eu não ganho nada continuando calada, se assim proceder, permaneço na posição que designaram ao meu gênero nos primórdios, a da omissão.
Sim é admirável a atualidade, ao se referir a um grupo de alunos, por exemplo,   não se diz mais "Queridos alunos!" e sim "Queridos alunos e alunas!". Mas ainda nos referimos à palavra mulher como sinônimo de inferioridade como "Você, cara, é um mulherzinha!", pode parecer inofensivo, mas o uso desta expressão faz cair por terra, de maneira rápida e eficiente qualquer luta e conquista pela igualdade dos gêneros.
Se nós mulheres, em maioria, estudamos mais e somos muito cautelosas no trânsito, é porque queremos mostrar que somos tão boas e capazes quanto os homens, queremos o reconhecimento, para sermos tratadas tal e qual. 
A conquista que se quer não é a supremacia feminina, mas cada indivíduo ser enxergado como ser humano e não como homem ou mulher. 
E mulheres, nunca neguem o gênero com o qual nasceram, e nem igualem se ao homem, permaneçam sendo vocês, exigindo o respeito da igualdade de gêneros, não aceitando de forma alguma as rotulações antigas que nos são dadas! E não se orgulhem quando dizerem que os homens não são "nada" sem a mulher, pois isto faz nos retornar, de maneira eufemica, a condição de vassalagem. 
     
              

Queira ser, e orgulhe ser humano!


É bom sentir, SER HUMANO!



"O Pálido ponto azul"


Para repensarmos a nossa auto-suficiência, nossa ridícula mania de grandeza...


... que tal um pouco mais de gentileza e humildade, um pouco de amor ao próximo?
Não custa nada!



Do contra!



Se o mundo está contra mim, eu estou contra ele!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Desoxidando...


Velha eu não fico! Vou desafiar a gravidade, pô-la ao meu favor...
...e usar a oxidação das células contra o desestímulo!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Possível parâmetro para o sucesso da vida



Para reconhecer o que já fez e não estagnar, tenha sempre dois parâmetros: um para orgulhar-se do que já fez, compare a sua perspectiva com a de quem lhe é inferior; e outro para não deixar de buscar e melhorar, veja o que já conquistou e compare com as perspectivas de quem lhe é superior. 

Acredite

PS: Se não for possível ler todo o texto, ao menos leia o que está em negrito no final...





     Não quero crescer com a desgraça do outro, posso até ter, ou tinha preconceito de jovens mães solteiras, mas você sabe porque elas tem filho(s)? Bem, existe a trajédia do assassinato cultural, o que nem deveria existir.
        Pôxa, tem lugar e oportunidade para todo mundo, tem jeito sim! Mas essa meleca de sistema hipocrita que grita a falta de capacitação profissional, é o mesmo que ocasiona este verme que ele tanto grita.


Oh céus, como é possível? Não é fácil um sujeito que nunca foi devidamente orientado, e teve que aceitar que “2+2” são 4 porque é, e pronto! E não porque foi um descobrimento/invenção dos povos, que tornou-se convenção mundial, para ficar mais fácil administrar o tempo, suas coisas e afins; por isto foram inventados os números e as operações matemáticas. Ou seja, o que foi ensinado ao sujeito na ‘escola’, foi tido como tal, e não compreendido, logo não foi instigada nele uma vizão crítica. E não é possível uma crítica estável de algo, se não conhece o conteúdo deste. 

O sujeito que não sabe criticar, não se reconhece como um ser ativo causador de mudanças, principalmente pessoais, e mantém se à mercê do que surge em sua reta por causa das viseiras do “é, porque é!”, além de ser chicoteado por aquilo que chama de trabalho, pois recebe muito pouco para sustentar-se e seus vários filhos, que por sua vez, em maioria, não foram opção, mas presentes vindos antes da hora.  E cada vez torna se mais difícil para ele encontrar um emprego melhor e tempo para crescer, pois tem que cuidar dos filhos.



        Quanto ao aborto do tempo e fase preciosos destas jovens mães, culpa-se quem? Se a vizão de mundo não lhe foi mostrada de maneira eficaz, ficou tudo muito no eter; ou nem lhe foi apresentada!
        Não consigo sentir me feliz e vangloriada, ao concorrer uma vaga de emprego com uma moça que não terminou o ensino fundamental e tem filho; indigno me pois ela não teve acesso as palavras e experiências culturais que tive no passado, e nem ao que tenho agora. Não tem graça combater se não for de igual para igual. Não escrevo isto para vangloriar me camufladamente, e pagar de boa samaritana. Fico triste, mas muito triste e tenho vontade de recolher as crianças delas e mostrá-las um mundo do qual suas mães não tiveram acesso; e dar uma injeção de ‘você pode sim!’ nestas mães, para elas desacreditarem na palhaçada que as autoridades fizeram e fazem na esducação delas, e acreditarem muito mais em si. Afinal é difícil estudar com um bebê de sua responsabilidade chorando, querendo atenção, ou sair para procurar algo melhor para o sustento da família, com a preocupação do bem estar do filho enquanto está fora.

        Só comentei das jovens mães solteiras, pois tive um contato direto com elas e tenho maior segurança e ciência do que falo, mas a mesma sensibilidade que este texto tenta aflorar no leitor diante destas mães, deve ser aplicada igualmente as pessoas que estão na pobreza e insistem permanecer nela, principalmente a pobreza cultural, muitas vezes por falta de perspectiva de vida e acesso. Apenas reflita e haja como puder, acho que uma boa ajuda é aconselhar sempre que possível e convencer a vítima alvo da idiotização do sistema, que você acredita no potêncial dela, 



E VOCÊ DEVE REALMENTE ACREDITAR, quando ver que esta está pronta, peça a ela para passar isto adiante! Porque não dá para ficar esperando os projetos de ações beneficentes do próprio sistema, dar certo e atingir a todos que realmente necessitam.  São planos elogiáveis, não os menosprezo, porém têm se pressa, caso contrário estes nunca surtirão o efeito tão desejado.