segunda-feira, 27 de junho de 2011

Porque eu era um lápis...


Perceba que a medida que avançamos na vida escolar, somos obrigados a abandonar o lápis, que nos permite corrigir o erro sem deixá-lo marcado. Com a caneta em mãos de forma obrigatória, não é permitido o corretivo, somos expostos ao ridículo e a obrigação do perfeccionismos; temos que provar que não mentimos e garantir que o próximo não vai nos trapacear também!

Como encarar essa cobrança de crescer? Como evolução? Ou como opressão?

Porque eu era lápis, hoje, me querem caneta, porque ela é ágil e "verdadeira".

Nenhum comentário:

Postar um comentário