domingo, 27 de fevereiro de 2011

Breve histórico do ser mulher


Desde muito tempo fomos omitidas em tudo, tanto fizeram, e fazem até hoje, talvez, em menor proporção para que se mantenha assim. A começar pelo nome mulher, qual é o nome científico do ser humano? Homo sapiens! Quando se diz homem, dependendo do contexto, pode ser entendido como homem e mulher. Parece antiquado da minha parte, exagero... Mas é real, e eu não ganho nada continuando calada, se assim proceder, permaneço na posição que designaram ao meu gênero nos primórdios, a da omissão.
Sim é admirável a atualidade, ao se referir a um grupo de alunos, por exemplo,   não se diz mais "Queridos alunos!" e sim "Queridos alunos e alunas!". Mas ainda nos referimos à palavra mulher como sinônimo de inferioridade como "Você, cara, é um mulherzinha!", pode parecer inofensivo, mas o uso desta expressão faz cair por terra, de maneira rápida e eficiente qualquer luta e conquista pela igualdade dos gêneros.
Se nós mulheres, em maioria, estudamos mais e somos muito cautelosas no trânsito, é porque queremos mostrar que somos tão boas e capazes quanto os homens, queremos o reconhecimento, para sermos tratadas tal e qual. 
A conquista que se quer não é a supremacia feminina, mas cada indivíduo ser enxergado como ser humano e não como homem ou mulher. 
E mulheres, nunca neguem o gênero com o qual nasceram, e nem igualem se ao homem, permaneçam sendo vocês, exigindo o respeito da igualdade de gêneros, não aceitando de forma alguma as rotulações antigas que nos são dadas! E não se orgulhem quando dizerem que os homens não são "nada" sem a mulher, pois isto faz nos retornar, de maneira eufemica, a condição de vassalagem. 
     
              

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