O peixe e eu
Comunicação aflita, não pela falta de código,
Mas por saber, que não faríamos muito pelo outro
Apenas alimentar a tranquilidade e devaneios.
Mas os corações doíam pela solidão que se fazia presente
Pelo peso da parcela de culpa,
Que nem se sabe a proporção.
De onde viríamos, e para onde deveríamos ir?
Queríamos ali estar?
Porém, eu era grata ao adorno vivo,
Que se debatia, por vezes, com o existir do inanimado em sua atmosfera branquial.
Insanidade a minha por mantê-lo ali,
Ou dele por depender de mim?
Paralisados nos observamos.
Nossas almas qual feto se inquietando...

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