A sensação de liberdade é tão grande, que dá até medo de que dê certo. Ah, explode daqui, explode dali! Essa vontade me esfrega, me coça tanto, que me sensura o sono.
Correr por aí, ligar, implorar, ser a louca da vez. E se não permite? Derruba, ameaça! Impercebida é que não há de ficar.
Bolas de instinto pulam em mim, me socam estimulando me mais e mais. Mas é preciso esperar amanhã. Oh, céus, esperar por amanhã? Se meu rendimento mor é agora!
Sinto cheiro de ferro, é o meu sangue, que pulsa insesante. Tenho que repolsar, tenho que dormir, descançar, tento com insucesso. Meu nariz é delicado demais para tamanhas emoções, que agora afloram!
Chega amanhã, chega amanhã, dorme corpo, dorme corpo...
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