Quem disse que um problema da introspecção pessoal, não pode ser um anseio universal? As vezes olhar para o coletivo é dar atenção para si mesmo(a), ou só a pessoa ao lado. Apesar de vidas e ideias distintas, os problemas e suas soluções confundem se. Até o “individualismo” pode ser um acontecimento coletivo.
sábado, 27 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Restrição para respirar
Dizem que ficar sozinho, sentado no banco da praça é coisa de velho; deve ser por isto que envelhecemos rápido, pois ficamos loucos para sentar sozinhos no banco da praça!
Politizar
[...] Democracia manipulada é uma escola defasada, pois Fabiano de Graciliano, encarnou em toda uma geração da nossa nação! [...]
Aos filhinhos do Brasil
A culpa não é totalmente sua, seu papaizinho do poder muito estudou e estuda, para estático manter te. Te ajuda, te dá um dinheirinho, um auxiliozinho, pra você ficar quietinho, e não recusar de chamá-lo de papai a cada quatro aninhos!
Não contente-se com pouco, seu papaizinho é rico, muito rico. Mas, por que será que com você ele é tão mesquinho?
Já que você é o filhinho, então pirraça, grita, rola no chão, persista! Faça seu papai passar muita vergonha com as visitas. Até ele te dá tudo o que merece, e a real atenção!
Que isso amigo? Não vai crescer? Vai deixar seus amiguinhos internacionais abusarem e rirem de você? Enquanto seu papaizinho passa a mão na sua cabeçinha, dizendo:
- Fique quietinho, se não você não muda de vida.
Isso é balela, amigo, sai dessa! Se não seus filhos também vão passar por isto.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
De
Mira, como o "de" é flexível, aceita estar na presença de um, ou mais de um, da fêmea e/ou do macho ao mesmo tempo, mas só não pode ser sozinho para ter sentido a sua existência.
Apático? Talvez, por não tomar as dores do(s) companheiro(s), ou da(s) companheira(s) à sua direita. Mas é isento de preconceito! Disto tenha a certeza!
Oito de novembro
Quero algo mais, muito além do amor, muito além das sensações que se tem diante das "paixonites" agudas experimentadas tantas vezes, que mesmo com pitadas de temperos diferentes enfartaram-me.
Ter uma assombração que surpreende me quando entro no meu quarto escuro; ou ser abduzida por aliens, no desespero de pensar quando será a volta para a casa; ou jogar me do avião sem para-quedas admirando este "marzão" de mundo; ou atravessar a atmosfera terrestre e queimar-me bruscamente, ah... acho que é esse tipo de emoção, sensação que necessito, que anseio.
Esse mundo está normal demais pra mim, nem as artes, nem suas respectivas críticas satisfazem me. A cabeça dói só de pensar na criação de um novo para o meu bel prazer. Creio que o maquinário, o contexto que preciso ainda não foi inventado, ou melhor, não comprovaram a existência dele. E se isto já existir? Será que não vou decepcionar me? De tão idealizado e esperado? Pois quando idealiza se muito, quando concretiza-o é menos do que se espera, geralmente, caindo na lembrança do tédio.
Não vá pensando que isto é crise existêncial, ou amor mal curado. Simplismente quero mais, muito mais do que a normalidade de ser, pois procuro o movimento, o inconstante que vai além do que minha vida tem oferecido me.
Pater
Não sei por que, mas a minha relação de amor e ódio com esse homem é muito forte. Creio que seja mais amor do que ódio, e ódio não seria a designação certa para o sentimento oposto ao extenso amor que tenho por ele.
Não gosto muito das ideias dele: conservadoras, parecem ser totalmente opostas as minhas, que são transitórias com o mínimo de ética para manter uma certa harmonia. Outra coisa que não gosto muito é a sua exacerbada proteção, que faz me parecer incapacitada de andar com as próprias pernas.
Somos um em dois, idéias similares em contextos opostos e a mesma persistência em defendê-las ao seu modo.
Talvez eu o ame tanto, por obrigação? Talvez, mas, o fato dele se desfazer de suas ideias, para que as minhas se concretizem, faz de meu amor um grato e perpétuo admirador.
Somos um em dois, idéias similares em contextos opostos e a mesma persistência em defendê-las ao seu modo.
Talvez eu o ame tanto, por obrigação? Talvez, mas, o fato dele se desfazer de suas ideias, para que as minhas se concretizem, faz de meu amor um grato e perpétuo admirador.
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