quinta-feira, 10 de julho de 2014

A(r)MADA



Se tenho que andar com minha adaga empunhada, com o real e sufocado desejo de afagar o próximo, é para proteger-me das ingratidões gratuitas que me rondam.

Mas não desespere, meu sincero e terno sorriso é inapagável da minha face, pois é a unica coisa que consigo manter e dar de graça da minha verdadeira essência!
Porque, o meu coração e as mãos desimpedidas dedico àqueles que não são tóxicos à manutenção do meu verdadeiro eu.

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