terça-feira, 17 de setembro de 2013

Olheiras para o bebê


Nem o ácido da fome ou do sono retêm esse choro poético
Depois de tanto balbuciar fados sobre minha cabeça e ouvidos
Meu amago explode no aleitamento daquele que estava pouco reprimido, talvez mais abatido
É satisfação que ri das dores estomacais e do pesar dos olhos 
O automasorquismo mais que perfeito, natural e sem muitos propósitos
É apenas mais um dos momentos de ser...

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